30 de julho de 2007

Walking on the moon

A impressão que me dá é que as vezes o tempo pára. Os ponteiros dos relógios andam, eles nunca param, mas o tempo em si me parece inerte. Talvez dê para entender facilmente isso, talvez não... mas o que importa é que as vezes, por mais que se passem semanas (ou meses), se você olhar para trás, vai ver que nada aconteceu. Tudo bem, aconteceu, mas talvez você não tenha sabido aproveitar da forma que deveria, não conseguiu crescer e entender aquilo como lição... ou será que nem tudo que se vive serve como lição?
Realmente há perguntas que não vou ter resposta, mesmo porque nem quero... pelo menos assim as coisas ficam mais reais, menos automáticas e previsíveis.
Enfim, nem sei na verdade porque mencionei esse rolo todo aí em cima, mesmo porque não é o meu caso atualmente. Como eu já disse em algum outro post passado, eu tenho vivido 3 dias em 1 e assim vai. O tempo tem passado, eu to vivendo cada segundo e pra mim ta tudo muito bom, tudo muito bem.. obrigado. Mas que tudo isso é estranho, é.
Há muito não tenho do que reclamar, nem ousaria ter. Prefiro assim. Talvez eu esteja vendo estrelas demais, ou a LUA demais. Mas pelo menos estou fazendo o que o meu coração manda, e isso é o que me importa.
Vale lembrar que um sonho nunca volta atrás, então se você quer alcançá-lo... siga em frente. Corra. Brigue. Lute.
Eu penso no meu todos os dias, e sei que 1/4 dele está para chegar, a cada dia, em cada movimento, em cada calendário eu conto. Regressivo, até os dedos acabarem.
Sorrisos e conforto.

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